Converter EML para PDF
Transforme um e-mail salvo em um documento que você pode arquivar, imprimir ou juntar a um processo — sem entregar a mensagem a um serviço de conversão.
Converta seu e-mail em PDF agora
Arraste o arquivo .eml ou .msg, confira na tela que é a mensagem certa e exporte. A conversão roda dentro do seu navegador.
Abrir o conversorOu leia primeiro como funciona, logo abaixo.
Por que transformar o e-mail em PDF
Um arquivo .eml é ótimo para um programa de e-mail e inútil para todo
o resto. Você não anexa um .eml a um processo, não junta a um dossiê de
auditoria e não manda para alguém que abre tudo no celular — e, se der azar, a pessoa
do outro lado vai receber um arquivo que o aparelho dela não reconhece.
O PDF resolve exatamente isso. Abre em qualquer sistema, imprime de forma previsível,
entra em qualquer sistema de gestão de documentos e continua legível daqui a dez anos,
independentemente de qual programa de e-mail estiver na moda. É por esse motivo que a
conversão é o que mais se procura em volta do formato EML: quase ninguém quer colecionar
arquivos .eml; as pessoas querem tirar a mensagem de dentro deles.
Há também um motivo prático menos óbvio. Quando o e-mail serve de prova — uma autorização, um prazo combinado, um aviso de cobrança — o que importa é que o documento mostre quem enviou, para quem, quando e o que estava anexado. Um print de tela corta justamente essa parte. Um PDF gerado a partir do arquivo original, não.
Como converter EML para PDF, passo a passo
- Salve o arquivo
.eml(ou.msg) em algum lugar que você ache depois — a área de trabalho serve. - Abra o leitor e arraste o arquivo para a área indicada, ou clique para escolhê-lo.
- Confira na tela se é mesmo a mensagem certa: remetente, destinatários, data, assunto, corpo e lista de anexos aparecem na hora.
- Clique em Baixar PDF. O arquivo é gerado no próprio navegador e cai na sua pasta de downloads.
O PDF sai na ordem que torna uma mensagem salva realmente utilizável: primeiro o bloco de cabeçalhos, depois o corpo do texto, depois a lista de anexos com nome e tamanho de cada um. Nada de barra de endereço, nada de menu do programa, nada do recorte torto que um print de tela sempre deixa.
Não precisa de conta nem de cartão para olhar
Ler a mensagem inteira é gratuito e sem limite de quantidade. Você só decide se paga depois de ver na tela que o arquivo é o que você esperava — o que é o mínimo que se pode pedir de uma ferramenta que lida com correspondência.
O detalhe que a maioria dos conversores online não conta
Procure por "converter eml em pdf" e você vai encontrar uma dúzia de sites que fazem a mesma coisa: eles sobem o seu arquivo para o servidor deles, convertem lá e devolvem um link de download. Isso significa que uma cópia de uma mensagem particular sua passou a existir em uma máquina de outra pessoa, e vai continuar existindo pelo tempo que a política de retenção daquela empresa determinar — se houver uma política de retenção.
Para a foto de um churrasco, a diferença é acadêmica. Para um contrato, uma folha de pagamento, um laudo médico ou qualquer mensagem que contenha dado pessoal de terceiros, a diferença é toda a questão. Sob a LGPD, quem manda o arquivo para um conversor qualquer está transferindo dado pessoal para um operador que não escolheu, não contratou e sobre o qual não sabe nada.
Como verificar, em vez de confiar
Aqui a conversão roda no seu navegador. Mas você não tem motivo nenhum para
acreditar nisso só porque está escrito: abra as ferramentas do desenvolvedor
(F12 no Windows, Cmd+Option+I no Mac), vá na aba
Rede, arraste o arquivo e converta. A lista de requisições
continua vazia de qualquer coisa que leve a sua mensagem para fora. É o tipo de
afirmação que se checa em quinze segundos.
O que acontece com os anexos
Os anexos entram no PDF listados, com nome, tipo e tamanho — mas não embutidos. Enfiar uma planilha de 20 MB dentro do PDF não ajuda ninguém: deixa o documento intransportável e não torna a planilha mais fácil de abrir.
O que você faz é baixar cada anexo separadamente e guardar ao lado do PDF. Assim o PDF continua sendo o registro honesto do que foi enviado — ele diz o que estava anexado à mensagem, que normalmente é exatamente o ponto em discussão quando um e-mail precisa ser arquivado.
A lista de anexos, com nome e tamanho, aparece de graça assim que o arquivo é aberto. Baixar o conteúdo deles é parte do desbloqueio pago, junto com a exportação do PDF.
E se o arquivo for um .msg do Outlook
Quem recebe e-mails de quem usa Outlook no Windows acaba topando com
.msg em vez de .eml. São formatos diferentes de verdade, não
duas extensões para a mesma coisa: o .eml é texto no padrão
RFC 5322, e o .msg é um contêiner binário OLE2 da
Microsoft. Renomear um para o outro não funciona e só produz um arquivo que nenhum programa abre.
O leitor reconhece os dois e converte os dois. O reconhecimento é feito pela assinatura interna do arquivo, não pela extensão — então mesmo um arquivo que chegou com o nome errado, ou sem extensão nenhuma, é identificado corretamente.
Uma limitação vale ser dita antes de você gastar tempo: o Outlook guarda o corpo
formatado da mensagem dentro de um bloco de RTF comprimido, e nós não
descomprimimos esse bloco. De um .msg, portanto, o PDF sai com o corpo em
texto, com os cabeçalhos e os anexos corretos, mas sem a formatação
visual original. Para a maior parte dos usos — arquivar, protocolar, provar o que foi
dito — isso é suficiente; se você precisa do visual exato, abra a mensagem no Outlook e
imprima de lá.